29 março, 2007

Internauta anônimo.



Umas perguntas que me intrigam saber a sinceridade de cada pessoa que escreve frases anônimas:

- Como ser levado a sério no anonimato?

- Porquê se esconder sem dar a chance de uma conversa maior?


Afinal, qualquer um poderia estar dizendo o que foi dito. E pior, como levar um papo sério com a pessoa que escreveu, sem saber para onde ou para quem escrever?

Se ao menos ouvesse um e-mail, MSN, mesmo que anônimos também... seria ao menos útil para discutir acerca do "ponto de vista" infantil e individualista.

Como posso saber onde errei, onde me distraí, se simplesmente me jogam palavras genéricas na cara. Como o poeta que recita seus versos somente ao vento, e jamais chegará a ser ouvido.

Abraços,

manfredbrasil@yahoo.com.br

11 março, 2007

Infantilidade eterna. Você é realmente 100% adulto?


Tive uma grande oportunidade de tema para uma postagem neste blog.
Uma pena não poder dar uma resposta direta para a pessoa que me causou inspiração a isso.
É simples entender, amigos... recebi um comentário anônimo, dizendo sobre minha inteligência e estilo de vida ainda permitir certa infatilidade e individualismo.
Ante de mais nada seria lindo por em mesa a essa pessoa um simples ensinamento de Jesus: "atire a primeira pedra quem nunca pecou!", afinal acho que a ofendi em alguém talvez.
Gostaria de conhecer tal pessoa, que tem a vida tão decente para falar dos outros.
Mas enfim, o que me importa mais dizer...
Sim, realmente ainda me encontro no caminho de evolução pessoal e transpessoal, ainda não adquiri o estado Iluminativo como grandes mestres do extremo oriente.
Bom, isso já encerraria a questão, mas me ponho a falar ainda destes dois sentimentos em nossa vidas: o sentimento infantil e o sentimento individual.
Até meus 26 anos eu poderia dizer que quase metade da minha vida eu convivi com o sentimento de ser criança, pois a fui e aproveitei muito. E quando adultas algumas pessoas se tornam algo do qual elas mesmas não gostam, e sentem saudade de serem apenas crianças... pra que matar esse sentimento interior, que nos ensinou muito do que somos, de como nos relacionamos e do que gostamos... da inocência de ver, ouvir, tocar, sentir, cheirar, SER.
Quando crianças somos extremamentes individualistas, temos instintos de "sobrevivência" em nosso próprio meio de sociedade e cultura.
Não esquecer esse lado nos permite sempre um maior leque em pontos de vista, mas obviamente temos os lapsos, e volta-e-meia podemos em instantes de extremo desejo livre como uma criança pura, e vitalizada desse desejo, nos deparar com extremos que ofende outras pessoas sejam por "inocência" do ato, seja por inveja do outro.
Se alguma hora ofendi, ignorei, machuquei, magoei... sinto muito!
Minha criança lhe pede desculpas... e respeita sua criança meu caro(a) amigo(a) anônimo(a), que como muitas crianças, tb têm a vergonha de mostrar as caras em algumas situações.
Abraços e Luz,
Manfred.