11 março, 2007

Infantilidade eterna. Você é realmente 100% adulto?


Tive uma grande oportunidade de tema para uma postagem neste blog.
Uma pena não poder dar uma resposta direta para a pessoa que me causou inspiração a isso.
É simples entender, amigos... recebi um comentário anônimo, dizendo sobre minha inteligência e estilo de vida ainda permitir certa infatilidade e individualismo.
Ante de mais nada seria lindo por em mesa a essa pessoa um simples ensinamento de Jesus: "atire a primeira pedra quem nunca pecou!", afinal acho que a ofendi em alguém talvez.
Gostaria de conhecer tal pessoa, que tem a vida tão decente para falar dos outros.
Mas enfim, o que me importa mais dizer...
Sim, realmente ainda me encontro no caminho de evolução pessoal e transpessoal, ainda não adquiri o estado Iluminativo como grandes mestres do extremo oriente.
Bom, isso já encerraria a questão, mas me ponho a falar ainda destes dois sentimentos em nossa vidas: o sentimento infantil e o sentimento individual.
Até meus 26 anos eu poderia dizer que quase metade da minha vida eu convivi com o sentimento de ser criança, pois a fui e aproveitei muito. E quando adultas algumas pessoas se tornam algo do qual elas mesmas não gostam, e sentem saudade de serem apenas crianças... pra que matar esse sentimento interior, que nos ensinou muito do que somos, de como nos relacionamos e do que gostamos... da inocência de ver, ouvir, tocar, sentir, cheirar, SER.
Quando crianças somos extremamentes individualistas, temos instintos de "sobrevivência" em nosso próprio meio de sociedade e cultura.
Não esquecer esse lado nos permite sempre um maior leque em pontos de vista, mas obviamente temos os lapsos, e volta-e-meia podemos em instantes de extremo desejo livre como uma criança pura, e vitalizada desse desejo, nos deparar com extremos que ofende outras pessoas sejam por "inocência" do ato, seja por inveja do outro.
Se alguma hora ofendi, ignorei, machuquei, magoei... sinto muito!
Minha criança lhe pede desculpas... e respeita sua criança meu caro(a) amigo(a) anônimo(a), que como muitas crianças, tb têm a vergonha de mostrar as caras em algumas situações.
Abraços e Luz,
Manfred.

3 Comments:

At 13 março, 2007 23:44, Anonymous Anônimo said...

Eu achu que as crianças estão mais perto da fonte e que cabe à nós permitir que a consciência surja sem nos afastar dessa fonte.
As crianças são autênticas! Estão menos reprimidas pelo "sociável" e o "não-sociável".
Gostei muito do seu texto!

 
At 15 março, 2007 22:35, Anonymous Anônimo said...

Manfred ...

Ser alegre, espontâneo, transparente como tu és é um presente por ande caminhas. Se isso é ser criança, na visão de alguns é uma pena.Você é um ser maravilhoso por dentro e por fora. Gratidão por ser quem é !

Beijos em seu coração

 
At 23 março, 2007 13:00, Anonymous Anônimo said...

Mto bonito, mto inteligente seu texto, já lhe disse q vc eh mto inteligente e leva um estilo de vida mto bom, n nego nd disso !!!
Mas algumas atitudes q vc tem contradizem com o q vc tenta transmitir!!!!!!!

 

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